Mudanças entre as edições de "Política de arquitetura de dados"
De Wiki Recife
| (6 revisões intermediárias pelo mesmo usuário não estão sendo mostradas) | |||
| Linha 1: | Linha 1: | ||
< | {{DGF}} | ||
< | |||
< | {{APLICABILIDADE_POLITICA}} | ||
< | |||
<infobox> | |||
<group layout="horizontal" row-items="3"> | |||
<header>Revisão</header> | |||
<data><label>Versão</label><default>1.0</default></data> | |||
<data><label>Data</label><default>19/08/2021</default></data> | |||
<data span="2"><label>Vigência</label><default>Atual</default></data> | |||
</group> | |||
<group collapse="closed"> | |||
</group> | |||
</infobox> | |||
<ol type="1"> | |||
<li> A arquitetura da dados é um conjunto integrado de estruturas de alto nível que governam e definem como os dados são usados, armazenados, gerenciados e integrados dentro de uma organização. Ela arquitetura inclui especificações usadas para descrever o estado existente, definir requisitos de dados, orientar a integração de dados e controlar ativos de dados conforme apresentado em uma estratégia de dados. É o processo de padronizar como as organizações coletam, armazenam, transformam, distribuem e usam dados.</li> | |||
<li> Os requisitos de dados devem ser identificados e definidos durante o desenvolvimento de todos os sistemas.</li> | |||
<li> A Arquitetura de Dados deve incluir uma arquitetura de linha de base que descreve o estado atual da Arquitetura de Dados da Prefeitura e uma arquitetura de destino que descreve seu estado futuro desejado.</li> | |||
<li> A Arquitetura de Dados deve ser parte integrante da Arquitetura Corporativa da Prefeitura do Recife.</li> | |||
<li> Os artefatos da Arquitetura de Dados incluem especificações usadas para descrever o estado existente e estado futuro, definir requisitos de dados, orientar a integração de dados e controlar ativos de dados conforme apresentado em uma estratégia de dados.</li> | |||
<li> Os artefatos arquiteturais devem ser armazenados e gerenciados em um repositório institucional de artefatos de Governança de Dados.</li> | |||
<li> Os artefatos da Arquitetura de Dados devem ser compartilhados com todas as partes interessadas da Prefeitura, de modo que possam ser reutilizados em outras partes do governo.</li> | |||
<strong>Elaboração e Aprovação</strong> | |||
<li> As atividades de governança de Arquitetura de Dados incluem garantir que os projetos cumpram as atividades exigidas, usar e melhorar os ativos arquitetônicos e implementar de acordo com os padrões arquitetônicos declarados.</li> | |||
<li> As Autoridades de Dados e Arquitetos de Dados, sob coordenação do Escritório de Governança de Dados, desenvolvem e mantêm a Arquitetura de Dados da Prefeitura.</li> | |||
<li> A equipe de arquitetos de dados ficará encarregada de criar e manter conhecimento organizacional sobre os dados e os sistemas pelos quais eles se movem. Esse conhecimento permitirá que a Prefeitura gerencie seus dados como um ativo e aumente o valor que obtém de seus dados, identificando oportunidades de uso de dados, redução de custos e mitigação de riscos.</li> | |||
<li> A Prefeitura deve estabelecer uma equipe de arquitetos de dados que serão responsáveis por: | |||
<ol type="i"> | |||
<li> definir o estado atual dos dados na Prefeitura.</li> | |||
<li> traduzir necessidades operacionais e estratégicas em dados e requisitos de sistema para que os processos tenham consistentemente os dados de que precisam.</li> | |||
<li> expressar requisitos de dados estratégicos.</li> | |||
<li> esboçar projetos integrados de alto nível para atender a esses requisitos.</li> | |||
<li> gerenciar dados complexos e entrega de informações em toda a Prefeitura.</li> | |||
<li> facilitar o alinhamento entre negócios e TI.</li> | |||
<li> atuar como agentes de mudança, transformação e agilidade.</li> | |||
</ol></li> | |||
<li> O desenvolvimento e manutenção da Arquitetura de Dados deve considerar: | |||
<ol type="i"> | |||
<li> tecnologias emergentes que devem ser incluídas na Arquitetura de Dados.</li> | |||
<li> tecnologias emergentes que devem ser consideradas tecnologias estratégicas na Arquitetura de Dados.</li> | |||
<li> tecnologias que devem ser consideradas obsoletas.</li> | |||
<li> requisitos e práticas recomendadas que devem ser adicionados à Arquitetura de Dados.</li> | |||
<li> alterações aprimoramentos aos requisitos existentes.</li> | |||
<li> produtos ferramentas a serem incluídos nas listas “ e “não compre” que suportam os padrões requisitos na Arquitetura de Dados.</li> | |||
</ol></li> | |||
<li> A segurança da informação deve ser uma consideração primária no desenvolvimento e implementação da Arquitetura de Dados.</li> | |||
<li> A Arquitetura de Dados deve ser desenvolvida usando uma estrutura e metodologia comuns para toda a Prefeitura Deve estar alinhada com as práticas recomendadas pela EMPREL, Comitê de Dados e outras partes consultivas.</li> | |||
<li> O Conselho de Governança de Dados, em consulta ao Comitê de Dados, aprova a Arquitetura de Dados da Prefeitura.</li> | |||
<li> A única Arquitetura de Dados autorizada para a Prefeitura deve ser aquela aprovada pelo Conselho de Governança de Dados.</li> | |||
<li> As organizações e departamentos do poder executivo da Prefeitura devem cumprir a orientação fornecida pela Arquitetura de Dados no desenvolvimento e implementação de soluções de tecnologia e a infraestrutura de tecnologia da informação correspondente necessária para apoiar as suas necessidades operacionais.</li> | |||
<li> Esta política reconhece que a responsabilidade final pela gestão, controle, desenvolvimento, manutenção, aprimoramento e uso dos sistemas de informação cabe a cada órgão estatal. Consequentemente, é política da Prefeitura que todas as agências e órgãos municipais devem adotar padrões escritos para o desenvolvimento, manutenção e melhoria de todos os sistemas de informação. O objetivo dos padrões escritos é garantir que sistemas de informação de qualidade, eficazes e sustentáveis sejam desenvolvidos por agências e órgãos municipais.</li> | |||
<li> A EMPREL e o Escritório de Governança de Dados devem garantir que as políticas e procedimentos do Ciclo de Vida de Sistemas e todas as outras políticas ou procedimentos que suportam ou implementam aspectos da Arquitetura de Dados estejam alinhados e consistentes com esta política e seus procedimentos, padrões técnicos e diretrizes relacionados.</li> | |||
<strong>Manutenção</strong> | |||
<li> A Arquitetura de Dados deve ser mantida e atualizada periodicamente.</li> | |||
<li> Os artefatos da Arquitetura de Dados devem ser mantidos sob controle de versão.</li> | |||
<li> Todas as versões dos artefatos da Arquitetura de Dados devem ser registradas no repositório institucional de artefatos de Governança de Dados. O repositório permitirá que usuários autorizados localizem, gerenciem e usem os artefatos.</li> | |||
<li> A Prefeitura deve estabelecer processo para controlar as mudanças e exceções na/para Arquitetura de Dados de forma a garantir que todas as recomendações e solicitações de mudanças ou exceções sejam registradas, revisadas, avaliadas, consideradas e respondidas em tempo hábil.</li> | |||
<strong>Conformidade</strong> | |||
<li> Todo o gerenciamento de informações da Prefeitura e desenvolvimento de tecnologia, modernização, aprimoramento e aquisições relacionadas à gestão e ao uso de dados devem estar em conformidade com a Arquitetura de Dados.</li> | |||
<li> As soluções devem ser certificadas como compatíveis com a arquitetura antes do desenvolvimento de novos sistemas, a menos que a isenção apropriada seja obtida.</li> | |||
<li> Todos os sistemas de informação, aplicativos e ativos dados devem ser registrados em um inventário oficial, conforme especificado por procedimentos ou padrões publicados de acordo com esta Política.</li> | |||
<strong>Artefatos da Arquitetura de Dados</strong> | |||
<li> Todos os artefatos da Arquitetura de Dados devem ser flexíveis o suficiente para acomodar requisitos futuros.</li> | |||
<li> O principal artefato da Arquitetura de Dados é modelo de dados institucional. Este é entendido como um conjunto de modelos de dados de diferentes perspectivas e em diferentes níveis de detalhe, que descrevem consistentemente a compreensão das entidades de dados, atributos de dados e seus relacionamentos em toda a Prefeitura.</li> | |||
<li> Um modelo de dados no nível de arquitetura deve ter uma visão global da Prefeitura junto com definições claras que podem ser entendidas em toda a instituição.</li> | |||
<li> Os modelos de dados devem ser construídos de forma incremental e iterativa, usando camadas, sendo elas: | |||
<ol type="i"> | |||
<li> uma visão geral conceitual sobre as áreas temáticas da Prefeitura.</li> | |||
<li> visões de entidades e relacionamentos para cada área temática.</li> | |||
<li> visões lógicas detalhadas, parcialmente atribuídas dessas mesmas áreas temáticas.</li> | |||
</ol></li> | |||
<li> Fluxos de dados são outro tipo de artefato essencial de Arquitetura de Dados. Descrevem a origem dos dados, onde são armazenados e usados e como são transformados à medida que se movem dentro e entre diversos processos e sistemas. Em particular, os fluxos de dados mapeiam e documentam as relações entre os dados nos seguintes casos: | |||
<ol type="i"> | |||
<li> aplicativos dentro de um processo de negócios.</li> | |||
<li> armazenamentos de dados ou bancos de dados em um ambiente.</li> | |||
<li> segmentos de rede (útil para mapeamento de segurança).</li> | |||
<li> funções de negócios, descrevendo quais funções têm responsabilidade pela criação, atualização, uso e exclusão de dados (CRUD) | |||
</ol></li> | |||
<li> A Prefeitura sempre que possível deve fazer uso de frameworks arquiteturais corporativos. Atuam como padrões arquiteturais de referência que fornecem princípios e práticas para criar e descrever a arquitetura de um sistema. Frameworks arquiteturais corporativos | |||
estruturam o pensamento dos arquitetos dividindo a descrição da arquitetura em domínios, camadas ou visualizações e oferece modelos normalmente matrizes e diagramas para documentar cada visualização. Isso permite tomar decisões de design mais sistêmicas em todos os componentes do sistema e tomar decisões de longo prazo em torno de novos requisitos de design sustentabilidade e suporte.</li> | |||
<li> O não cumprimento desta política pode estar sujeito a ações disciplinares consideradas apropriadas pelos órgãos de controle cabíveis de acordo com os processos disciplinares regulares da Prefeitura do Recife.</li> | |||
</ol> | |||
Edição atual tal como às 08h38min de 14 de outubro de 2021
Esta política se aplica:
- Aos órgãos públicos integrantes da Administração direta do Poder Executivo Municipal;
- Às autarquias, às fundações públicas, às empresas públicas, às sociedades de economia mista e às entidades controladas, direta ou indiretamente, pelo Município do Recife e vinculadas ao Poder Executivo Municipal;
- Às entidades privadas que recebam recursos públicos diretamente do orçamento ou mediante subvenções sociais, contrato de gestão, termo de parceria, convênios, acordo, ajustes ou outros instrumentos congêneres, estando a publicidade limitada à parcela dos recursos públicos oriundos do Município do Recife.
- A arquitetura da dados é um conjunto integrado de estruturas de alto nível que governam e definem como os dados são usados, armazenados, gerenciados e integrados dentro de uma organização. Ela arquitetura inclui especificações usadas para descrever o estado existente, definir requisitos de dados, orientar a integração de dados e controlar ativos de dados conforme apresentado em uma estratégia de dados. É o processo de padronizar como as organizações coletam, armazenam, transformam, distribuem e usam dados.
- Os requisitos de dados devem ser identificados e definidos durante o desenvolvimento de todos os sistemas.
- A Arquitetura de Dados deve incluir uma arquitetura de linha de base que descreve o estado atual da Arquitetura de Dados da Prefeitura e uma arquitetura de destino que descreve seu estado futuro desejado.
- A Arquitetura de Dados deve ser parte integrante da Arquitetura Corporativa da Prefeitura do Recife.
- Os artefatos da Arquitetura de Dados incluem especificações usadas para descrever o estado existente e estado futuro, definir requisitos de dados, orientar a integração de dados e controlar ativos de dados conforme apresentado em uma estratégia de dados.
- Os artefatos arquiteturais devem ser armazenados e gerenciados em um repositório institucional de artefatos de Governança de Dados.
- Os artefatos da Arquitetura de Dados devem ser compartilhados com todas as partes interessadas da Prefeitura, de modo que possam ser reutilizados em outras partes do governo. Elaboração e Aprovação
- As atividades de governança de Arquitetura de Dados incluem garantir que os projetos cumpram as atividades exigidas, usar e melhorar os ativos arquitetônicos e implementar de acordo com os padrões arquitetônicos declarados.
- As Autoridades de Dados e Arquitetos de Dados, sob coordenação do Escritório de Governança de Dados, desenvolvem e mantêm a Arquitetura de Dados da Prefeitura.
- A equipe de arquitetos de dados ficará encarregada de criar e manter conhecimento organizacional sobre os dados e os sistemas pelos quais eles se movem. Esse conhecimento permitirá que a Prefeitura gerencie seus dados como um ativo e aumente o valor que obtém de seus dados, identificando oportunidades de uso de dados, redução de custos e mitigação de riscos.
- A Prefeitura deve estabelecer uma equipe de arquitetos de dados que serão responsáveis por:
- definir o estado atual dos dados na Prefeitura.
- traduzir necessidades operacionais e estratégicas em dados e requisitos de sistema para que os processos tenham consistentemente os dados de que precisam.
- expressar requisitos de dados estratégicos.
- esboçar projetos integrados de alto nível para atender a esses requisitos.
- gerenciar dados complexos e entrega de informações em toda a Prefeitura.
- facilitar o alinhamento entre negócios e TI.
- atuar como agentes de mudança, transformação e agilidade.
- O desenvolvimento e manutenção da Arquitetura de Dados deve considerar:
- tecnologias emergentes que devem ser incluídas na Arquitetura de Dados.
- tecnologias emergentes que devem ser consideradas tecnologias estratégicas na Arquitetura de Dados.
- tecnologias que devem ser consideradas obsoletas.
- requisitos e práticas recomendadas que devem ser adicionados à Arquitetura de Dados.
- alterações aprimoramentos aos requisitos existentes.
- produtos ferramentas a serem incluídos nas listas “ e “não compre” que suportam os padrões requisitos na Arquitetura de Dados.
- A segurança da informação deve ser uma consideração primária no desenvolvimento e implementação da Arquitetura de Dados.
- A Arquitetura de Dados deve ser desenvolvida usando uma estrutura e metodologia comuns para toda a Prefeitura Deve estar alinhada com as práticas recomendadas pela EMPREL, Comitê de Dados e outras partes consultivas.
- O Conselho de Governança de Dados, em consulta ao Comitê de Dados, aprova a Arquitetura de Dados da Prefeitura.
- A única Arquitetura de Dados autorizada para a Prefeitura deve ser aquela aprovada pelo Conselho de Governança de Dados.
- As organizações e departamentos do poder executivo da Prefeitura devem cumprir a orientação fornecida pela Arquitetura de Dados no desenvolvimento e implementação de soluções de tecnologia e a infraestrutura de tecnologia da informação correspondente necessária para apoiar as suas necessidades operacionais.
- Esta política reconhece que a responsabilidade final pela gestão, controle, desenvolvimento, manutenção, aprimoramento e uso dos sistemas de informação cabe a cada órgão estatal. Consequentemente, é política da Prefeitura que todas as agências e órgãos municipais devem adotar padrões escritos para o desenvolvimento, manutenção e melhoria de todos os sistemas de informação. O objetivo dos padrões escritos é garantir que sistemas de informação de qualidade, eficazes e sustentáveis sejam desenvolvidos por agências e órgãos municipais.
- A EMPREL e o Escritório de Governança de Dados devem garantir que as políticas e procedimentos do Ciclo de Vida de Sistemas e todas as outras políticas ou procedimentos que suportam ou implementam aspectos da Arquitetura de Dados estejam alinhados e consistentes com esta política e seus procedimentos, padrões técnicos e diretrizes relacionados. Manutenção
- A Arquitetura de Dados deve ser mantida e atualizada periodicamente.
- Os artefatos da Arquitetura de Dados devem ser mantidos sob controle de versão.
- Todas as versões dos artefatos da Arquitetura de Dados devem ser registradas no repositório institucional de artefatos de Governança de Dados. O repositório permitirá que usuários autorizados localizem, gerenciem e usem os artefatos.
- A Prefeitura deve estabelecer processo para controlar as mudanças e exceções na/para Arquitetura de Dados de forma a garantir que todas as recomendações e solicitações de mudanças ou exceções sejam registradas, revisadas, avaliadas, consideradas e respondidas em tempo hábil. Conformidade
- Todo o gerenciamento de informações da Prefeitura e desenvolvimento de tecnologia, modernização, aprimoramento e aquisições relacionadas à gestão e ao uso de dados devem estar em conformidade com a Arquitetura de Dados.
- As soluções devem ser certificadas como compatíveis com a arquitetura antes do desenvolvimento de novos sistemas, a menos que a isenção apropriada seja obtida.
- Todos os sistemas de informação, aplicativos e ativos dados devem ser registrados em um inventário oficial, conforme especificado por procedimentos ou padrões publicados de acordo com esta Política. Artefatos da Arquitetura de Dados
- Todos os artefatos da Arquitetura de Dados devem ser flexíveis o suficiente para acomodar requisitos futuros.
- O principal artefato da Arquitetura de Dados é modelo de dados institucional. Este é entendido como um conjunto de modelos de dados de diferentes perspectivas e em diferentes níveis de detalhe, que descrevem consistentemente a compreensão das entidades de dados, atributos de dados e seus relacionamentos em toda a Prefeitura.
- Um modelo de dados no nível de arquitetura deve ter uma visão global da Prefeitura junto com definições claras que podem ser entendidas em toda a instituição.
- Os modelos de dados devem ser construídos de forma incremental e iterativa, usando camadas, sendo elas:
- uma visão geral conceitual sobre as áreas temáticas da Prefeitura.
- visões de entidades e relacionamentos para cada área temática.
- visões lógicas detalhadas, parcialmente atribuídas dessas mesmas áreas temáticas.
- Fluxos de dados são outro tipo de artefato essencial de Arquitetura de Dados. Descrevem a origem dos dados, onde são armazenados e usados e como são transformados à medida que se movem dentro e entre diversos processos e sistemas. Em particular, os fluxos de dados mapeiam e documentam as relações entre os dados nos seguintes casos:
- aplicativos dentro de um processo de negócios.
- armazenamentos de dados ou bancos de dados em um ambiente.
- segmentos de rede (útil para mapeamento de segurança).
- funções de negócios, descrevendo quais funções têm responsabilidade pela criação, atualização, uso e exclusão de dados (CRUD)
- A Prefeitura sempre que possível deve fazer uso de frameworks arquiteturais corporativos. Atuam como padrões arquiteturais de referência que fornecem princípios e práticas para criar e descrever a arquitetura de um sistema. Frameworks arquiteturais corporativos estruturam o pensamento dos arquitetos dividindo a descrição da arquitetura em domínios, camadas ou visualizações e oferece modelos normalmente matrizes e diagramas para documentar cada visualização. Isso permite tomar decisões de design mais sistêmicas em todos os componentes do sistema e tomar decisões de longo prazo em torno de novos requisitos de design sustentabilidade e suporte.
- O não cumprimento desta política pode estar sujeito a ações disciplinares consideradas apropriadas pelos órgãos de controle cabíveis de acordo com os processos disciplinares regulares da Prefeitura do Recife.